quarta-feira, 5 de setembro de 2018
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Escravos ou Clientes?
Escravos ou Clientes?
“Mas agora que vocês foram libertos do pecado e
se tornaram escravos de Deus, o
fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna ". Romanos
6.22
Os cristãos modernos não são mais servos
(escravos), agora são clientes.
É comum vermos cristãos
dizendo que agora que se tornaram “crentes em Jesus” são totalmente livres.
A ideia de ser livre
para essa geração cristã é que agora eles têm autonomia sobre suas vidas, ou
seja, fazem o que querem, a hora que querem, e não devem satisfação a ninguém.
Um dos efeitos disso, é a falta de comunhão desses cristãos com uma igreja
local, pois em seu entendimento, podem inclusive viver agora sem nenhuma igreja
norteando sua conduta. E aqueles que se ligam a uma igreja, têm a visão de
procurar uma igreja que os sirva. Exemplo: Vão para uma igreja grande, onde são
bem atendidos com boa infraestrutura; trocam de igreja quando se sentem
insatisfeitos com o atendimento recebido. Enquanto deveriam procurar uma igreja
onde pudessem ser uteis e desenvolver os dons e servir ao Senhor.
Esses que pensam assim,
não assumem nenhum tipo de relação com a missão do cristão, que é “pregar o
evangelho em todo o mundo”. A ideia central dessa geração é desassociar “sua
fé” de qualquer relação de compromisso.
No entanto, diante da
revelação da Palavra de Deus, sabemos que é impossível termos uma relação com
Deus que exclua nossa posição de escravo.
O texto acima é claro
ao mencionar nossa nova relação com Deus, antes da conversão éramos escravos do
pecado, agora trocamos de Senhor, não servimos mais ao pecado, servimos a Deus,
nosso novo Senhor, que nos comprou por preço de sangue, como diz Pedro em sua
primeira carta (IPe 1.18,19). Sendo assim, devemos obediência ao novo Senhor,
logo, não somos livres para viver como queremos, agir como queremos e nos
dedicar àquilo que queremos. Esse novo Senhor é um grande Rei. O seu reino deve
ser mantido pelos seus servos, que não têm outra escolha, a não ser empenhar-se
para viver de acordo com as leis desse reino, se dedicando para que o mesmo
cresça ao ponto de alcançar todas as pessoas que ainda não trocaram de Senhor.
E aí, você é Escravo ou Cliente?
Pr.
Edilson Nunes
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Lutando Por Meus Irmãos!
“Epafras, que é um de vocês e servo de Cristo
Jesus, envia saudações. Ele está sempre batalhando por vocês em oração, para
que, como pessoas maduras e plenamente convictas, continuem firmes em toda a
vontade de Deus ".
Colossenses 4.12
Jesus sempre ensinou
seus discípulos a orarem. A sua prática de oração servia como exemplo para os
discípulos. Algumas vezes Jesus levava todos, ou alguns discípulos para
momentos de oração.
A oração era também
tema do ensinamento de Cristo. Através de parábolas, ensinou os seus ouvintes a
insistirem diante de Deus como um homem que pede pão a um vizinho, ou como a
uma mulher, que insiste que o juiz julgue sua causa. Também ensinou que a
oração não deve ser um “evento” como faziam os fariseus, mas antes, deve ser
feita no esconderijo do próprio quarto.
A oração sacerdotal de
Cristo é um exemplo de oração para todos os cristãos (Jo17). Ali Jesus ora
pelos discípulos atuais e por todos aqueles que viriam a crer. Jesus também ora
para que sua igreja seja unida, assim como Ele é com o Pai.
A oração também foi o
primeiro ato da Igreja após a ascensão de Cristo. Enquanto aguardavam o
derramamento do Espírito Santo, permaneceram em oração (At 1.13,14). Foi também,
indo para um tempo de oração, que ocorreu o primeiro milagre realizado por
Pedro (At 3.1). Fora através da oração que os discípulos foram renovados pelo
Senhor (At 4.31).
Era natural a igreja se
reunir de casa em casa para orar (At 2.42). Os apóstolos escreveram as igrejas
sobre a importância da oração, inclusive, muitas vezes pedindo oração por si
mesmos.
Já no texto que
destacado nessa mensagem, vemos o exemplo de um irmão, que chamou a atenção do
apóstolo Paulo. Note como Paulo descreve: “Epafras.... está sempre batalhando
por vocês em oração”. Não era uma simples oração de desencargo de consciência,
mas antes, alguém que compreendia a importância de falar com Deus a respeito
dos seus irmãos de igreja. Sua oração também tinha um alvo: “para que sejam
pessoas maduras e plenamente convictas”.
Você tem orado por seus
irmãos da igreja? Não!
Que tal começar hoje,
como um Epafras em nossa igreja?
Pr.
Edilson Nunes
sábado, 20 de janeiro de 2018
Quem é seu Pastor?
“O Senhor é meu Pastor; de nada terei falto".
Salmo 23.1
Uma das passagens que
sempre me chama a atenção no evangelho é quando Jesus encara uma multidão e tem
compaixão dela, pois eram como ovelhas sem pastor (Mt 9.36).
Jesus veio para ser o
Pastor do seu povo; ele mesmo disse que veio para as ovelhas de Israel. No
entanto, sabemos que ele não fora aceito pelo seu povo, então ele se tornou
Pastor também dos Gentios. Hoje milhões de pessoas se dizem ovelhas do rebanho
de Cristo. Provavelmente, você que está lendo esse texto se considera ovelha de
Jesus, mas a pergunta é: “você realmente é ovelha de Jesus?”
O que é ser ovelha de um pastor? Você já parou
para pensar nisso? Vejamos algumas caraterísticas de ovelha: 1- Submissão; 2-
Confiança e 3- Admiração.
Submissão ou aceitação
é uma característica difícil de encontrar no ser humano. Somos muitas vezes
envolvidos pelo ego, e fazemos aquilo que achamos que devemos fazer, ou que
queremos fazer. Permitir que alguém conduza sua vida, nos parece incompetência.
Ter fé em Deus, e permitir que Ele nos mostre o caminho é uma marca de alguém
que realmente é ovelha.
Confiança é algo raro
em nossos dias. As pessoas desconfiam de tudo e todos, e infelizmente, os
homens também estão desconfiando de Deus. A verdadeira confiança, nos leva a
descansar na atitude que o outro tomará. Você realmente descansa na vontade de
Deus para sua vida? Você crê que ainda que possa não parecer; a vontade de Deus
é boa perfeita e agradável à Ele?
Você admira Deus? O salmista
Davi, no salmo 23 mostra o coração de uma ovelha. A ovelha admira o pastor. Ela
consegue perceber que ele é o seu provedor, sustentador, guia, cuidador, etc.
Como é sua relação com Jesus? Você o adora? Há louvor no seu coração? Você o
ama, por Ele ter dado a própria vida por você? (O bom pastor dá sua vida pelas
ovelhas Jo 10.11)
E aí! Você realmente é
ovelha do Senhor? Talvez você não esteja se comportando como ovelha, pois ainda
é egoísta, ainda não confia no Senhor, ainda quer viver por si mesmo, sem dar
nenhuma parte do seu coração à Ele. Se está é sua situação, hoje você pode
mudar e se tornar de fato ovelha do Senhor.
Pr.
Edilson Nunes
domingo, 19 de novembro de 2017
terça-feira, 31 de outubro de 2017
MARIA DAS ESCRITURAS NÃO É A “NOSSA SENHORA” DA RELIGIÃO!
“Então
disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em
Deus, meu Salvador”. Lucas 1.46,47
A doutrina em cima do ídolo “Nossa
Senhora” é muito grande dentro do nosso país. Àqueles que identificam Nossa
Senhora como santa e também “mãe de Nossos Senhor Jesus” o fazem por tradição
católica. Os evangélicos são, muitas vezes, identificados como fanáticos que
não gostam de Maria mãe de Jesus. Então é preciso definir bem as coisas para
que não haja injustiça; nós evangélicos não temos nada contra Maria, aliás
muito pelo contrário, Maria mãe de Jesus é um exemplo de fé para todo cristão
sincero. No entanto, ao observar com cuidado as Escrituras é fácil perceber que
a Maria descrita na Bíblia não é a “Nossa Senhora” propagada pela religião.
Quero apresentar cinco pontos claros
sobre a diferença da “Maria das Escrituras” para a “Nossa Senhora da Religião”:
1
– Maria Precisava da Graça de Deus,
veja o que a Escritura diz: “Mas o anjo desse: Maria, não temas; porque achaste
graça diante de Deus” (Lc 1.30). Àquele que precisa de graça de Deus é porque é
um “desgraçado”, ou melhor dizendo é um pecador que sem a benevolência de Deus
está terrivelmente perdido. Agora o que a tradição religiosa ensina sobre Nossa
Senhora? Segundo os adoradores das “Nossas Senhoras”, ela é quem dá Graça as
Pessoas. As Escrituras não mencionam nenhuma graça concedida por ninguém a não
ser por Deus. (Lembrando que a graça é favor imerecido, isto é, quando Deus
livra o homem da perdição). Ou seja, no contexto de Maria, sua escolha não foi meritória,
mas antes Deus, em sua soberania a escolheu por Sua Graça. Maria era tão
pecadora como qualquer outra mulher em Nazaré e no mundo.
2
– Maria era Serva de Deus,
veja o que ela mesmo disse ao anjo: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra
em mim conforme a tua palavra” (Lc 1.38). Ser servo de Cristo é alguém que se
rende ao Seu Senhorio, logo Maria está demonstrando que não há nela nenhuma
condição de ser nada além de serva do Cristo, que por graça de Deus (Favor
Imerecido), está sendo gerado, em sua humanidade, no ventre dela. Já a tradição
religiosa ensina que Nossa Senhora é “Senhora”, ou seja, ela requer para si
mesma, servos, pessoas que se dediquem a Ela. Fica claro que não podem ser a
mesma pessoa, pois a Maria mãe de Jesus que nos revela as Escrituras é alguém
que tem convicção da sua posição de inferioridade diante de Deus, já a Senhora
da religião é alguém que está na mesma posição que Cristo Nosso Senhor.
A Bíblia é clara ao ensinar que Deus não
divide a Sua Glória com ninguém, portanto, essa Senhora da Religião está
roubando a adoração que só pode ser direcionada ao Senhor Jesus, portanto, sem
sombras de dúvida ela não é a Maria mãe de Jesus que as Escrituras revelam.
3
– Maria era abençoada por Deus,
veja o texto de Lucas 1.42: “E exclamou em alta voz: Bendita tu és entre as
mulheres, e bendito o fruto do teu ventre”. Não há dúvida que Maria havia
recebido a maior bênção que podia existir a mulher daquela época (desta
também), pois estava levando em seu ventre o Salvador do Mundo, o Messias que
seu povo tanto aguardava. Quem diz neste texto que Maria é abençoada é sua
prima Isabel, que também foi agraciada com uma gravidez inesperada, pois ela
não podia engravidar. Isabel estava levando em seu ventre o primo de Cristo;
João Batista profeta do Senhor.
Isabel, que havia recebido essa benção
(gravidez), fica cheia do Espirito Santo e diz que Maria era ainda mais abençoada
do que ela, pois estava gerando o Messias. De novo, não havia nada que
qualificasse mais Maria do que as outras virgens de Nazaré, a não ser, que ela
foi agraciada por Deus, logo não há honra (Glória) para Maria. Essa Honra
pertence somente ao Deus Todo Poderoso.
Já a Nossa Senhora da Religião é um
ídolo que não foi abençoada, mas ela é abençoadora, ou seja, ela tem virtude
própria e pode abençoar à partir de si mesma, o que é uma heresia diante da
Palavra de Deus, pois só Deus tem poder para abençoar. Inclusive a Escritura
nos diz que quando abençoamos alguém devemos fazer no nome Dele; “O Senhor te
abençoe e te guarde” Nm 6.24. Há um grande engano que a tradição trouxe aos
religiosos, esse erro é, dividir a divindade de Deus com os ídolos, inclusive com
a “Nossa Senhora da Religião”, portanto, é impossível que esse ídolo seja a
Maria mãe de Jesus que nos revela as Escrituras.
4
– Maria adora a Deus,
veja o que Maria disse: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se
alegrou em Deus, meu Salvador” (Lc 1.46,47). Cremos que o fim principal do
homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre: “Porque Dele, e por Ele, e
para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém” Rm 11.36.
A Escritura rejeita qualquer tipo de adoração que não tenha Deus como fim, e
vemos que a Maria mãe de Jesus sabia muito bem disso, ao ponto de não receber
adoração e, como serva adorou exclusivamente a Deus.
Já a Nossa Senhora da Religião é digna
de adoração. Enquanto estudamos a Escritura descobrimos que a ideia de adoração
é exclusiva a Deus. Já a tradição católica criou três níveis para a adoração,
para assim justificar a adoração a “Nossa Senhora”. Esses níveis vêm da
tradução de três palavras em latim, são elas; Latria (que vem do Grego
latréia), Hiperdúlia e Dulia. Segundo a tradição católica Latria significa
adoração e essa só pode ser dada a Deus. Já Hiperdúlia significa “uma grande
veneração” e deve ser dada as Nossas Senhoras que representam Maria mãe de
Deus. Para os católicos o fato de Maria ter sido mãe do Salvador tornou-a um
ser especial e, portanto, fora agraciada com poderes tornando-se mediadora dos
pecadores. Por isso ela merece veneração daqueles recebem sua intercessão. Já o
termo Dúlia é uma veneração devida aos santos que estão em um nível abaixo de
Maria. Por isso, fica claro que a Maria que a Escritura revela não é a “Nossa
Senhora” da Religião.
5
– Maria necessitava de um salvador,
veja o que diz a própria Maria a respeito disso: “Então disse Maria:
A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu
Salvador” (Lc 1.46,47). A Escritura revela que Deus não achou um justo sequer
dentre os seres humanos (Rm 3.10), logo, fica claro pelo texto de Lucas que
Maria entendia sua posição de pecadora diante de Deus, e que portanto, ela
também precisava ser salva segundo o propósito de Deus, que sabemos foi
sacrificar seu Único Filho na cruz (Jo 3.16). É claro que alguém que precisa
ser salvo não tem condição de salvar-se a si mesma, nem mesmo, nenhuma outra
pessoa. Só em Cristo o ser humano pode ser salvo por Deus, como Cristo mesmo
disse: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”
(Jo 14.6).
Maria sabia
disso, por isso, as Escrituras mencionam que ela estava junto com os demais
crentes esperando a descida do Espirito Santo logo após a Ressurreição de
Cristo (At 1.14).
Maria não teve
nenhum privilégio com
respeito a sua salvação, ela foi salva porque creu. Já a “Nossa Senhora” da
Religião não é alguém em busca de salvação ou de apontar a salvação em Cristo, segundo
os ensinos da Tradição Católica ela não precisou da salvação, visto que em 1854
a Igreja Católica decretou que “Maria mãe de Deus é distinta da raça adâmica e,
portanto, foi gerada sem pecado”, sendo assim, ela é a Imaculada Conceição. Já
em 1950 a Igreja Católica decretou a Assunção da Bendita Virgem Maria,
ensinando que Maria não morreu, mas que foi assunta aos céus como seu filho
Jesus.
Mais uma vez fica claro que a “Nossa
Senhora” da religião não é a Maria que a Escritura revela.
Talvez ao ler esse texto, você que é um
admirador de “Nossa Senhora” e participa da Religião que a promove possa tentar
justificar dizendo que depois dela ser assunta aos céus ela recebeu essas
mudanças dada por Deus, então vale a pena, você ir as Escrituras que revelam o
céu e testificar que não há menção sobre Maria, nem outros ídolos (como os
apóstolos) a única menção das pessoas no céu são os redimidos de todas as
nações comprados pelo Sangue do Cordeiro (Ap 5.9). A glória mencionada pelas
Escrituras no céu será dada ao Único que é digno, Jesus Cristo. (Ap 5.13 e Ap.
22)
Mais uma vez testifico que a Maria das
Escrituras não é a “Nossa Senhora” da Religião.
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
domingo, 24 de setembro de 2017
Somente Cristo
“em quem temos a redenção, a saber, a
remissão dos pecados; o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de
toda a criação". Colossenses 1.14,15
Uma das grandes perdas teológicas
ocorridas durante os anos da idade média, período conhecido como a idade das
trevas (séc V à XV), foi a perca de Cristo pela igreja. Enquanto vemos as
Escrituras e os primeiros cristãos firmando toda sua fé na pessoa e obra de
Cristo, os cristãos da idade média renderam-se aos ídolos do coração.
A igreja começou a adorar aquilo(es) que
não devia, como “santos” e “personalidades”. Sorrateiramente fora agregado à
adoração genuína, revelada nas Escrituras e firmada pelos apóstolos e pais da
igreja, conceitos e ideias das religiões pagãs. Contudo isso não devia ser
novidade para os líderes piedosos, pois a Escritura advertiu que isso
ocorreria: “sei que, depois da minha partida,
lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentro de
vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os
discípulos” At 20.29,30
Enquanto a Palavra aponta para Cristo, a
igreja começou a apontar para os ídolos, como a adoração aos anjos, aos mártires,
aos “santos homens” (padres, bispos, papas) e a maior de todas que é a adoração
a Maria. Há também nesse período o valor dado aos sacerdotes e principalmente
ao bispo de Roma que se torna o Papa, líder geral de toda igreja de Cristo, “pois
ele está no lugar do filho de Deus”. Por tudo isso, vemos Cristo saindo do
centro do culto da igreja para se tornar; um dentre tantos outros.
Quando a igreja perdeu Cristo, ela perdeu
todo o resto. Pois Cristo é o centro da Teologia, sem Ele nada tem mais
sentido.
Há ainda outro grande agravo, feita pela
igreja de então, quando tiraram Cristo e sua obra redentora da igreja,
colocaram no lugar, “o alcance da salvação por meios mundanos e avarentos”,
onde o próprio homem faz algo para conseguir a salvação que, “somente a igreja”
pode garantir. E aqui surgem as penitências e indulgências. Os pecados eram
perdoados pela confissão e imputação de penitências e a salvação não era mais
alcançada pela fé no sacrifício de Cristo, agora era necessário pagar, pois
somente através da compra de indulgências é que Deus perdoaria e livraria a
vida de um pecador do purgatório ou do inferno.
A Reforma veio para romper com essas mentiras
idealizadas por homens que não temiam a Deus, e levaram a igreja a perverter
seus ensinos, porque foram conduzidos pelos seus próprios egos pecaminosos. As
Escrituras apontam para Cristo o centro de tudo. Somente Cristo, ele fez tudo
por mim, por você e por todo que crê.
Pr.
Edilson Nunes
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Somente Pela Fé
“Portanto, a promessa vem pela fé, para que seja de acordo com a graça". Rm 4:16
O monge Lutero tinha
sua crença fundamentada nos ensinamentos das tradições cristãs da época. E como
todo cristão daquela época vivia sob o jugo do medo e da prisão criada pela
acusação da consciência, por causa da vida de pecado que tinham, além disso o ensino
da igreja fomentava ainda mais essa situação de acusação, ensinando que Deus
puni sem misericórdia o pecador. A
ênfase da pregação cristã daquela época era para trazer pavor aos cristãos, e a
solução oferecida, para se livrar do castigo divino era a compra de
indulgências. Tetzel o maior negociante de indulgências da igreja proclamava
por onde andava que as indulgências que ele vendia “deixa o pecador mais limpo
do que quando saíra do batismo” ou “mais limpo que Adão antes de cair em pecado”,
afirmava também que “a cruz do vendedor de indulgências tinha tanto poder como
a cruz de Cristo”. Assim, com um ensino acusatório e uma saída única através da
indulgência, a igreja mantinha as benesses do dinheiro do povo e, foi assim que
a Igreja conseguiu na época alavancar as construções da Basílica de São Pedro
em Roma.
Os cristãos também
criam ser necessário comprar indulgências para seus parentes que jaziam mortos.
Tetzel dizia: “tão pronto a moeda caísse no cofre, a alma saía do purgatório”.
Foi num encontro com a
Palavra de Deus que Lutero percebeu que todos aqueles ensinos tradicionais não
faziam sentido algum, ao ler em Rm 1.17 que o justo viverá pela fé, compreendeu
que a fé é o vínculo que Deus requer dos seus filhos, entendeu então que
sacrifícios pessoais (promessas, votos e penitências) não servem para “comprar
o favor de Deus”, pois o favor de Deus para os “crentes” já foi dado em Jesus,
e somente a fé pode nos fazer “tomar posse” de tal favor. Por isso Lutero
começou a ensinar que a justiça que o homem pode ter diante de Deus é obtida
pela fé no sacrifício de Jesus e em nenhum outro lugar. Como diz a Bíblia só há
uma maneira de agradar a Deus: “Sem fé é impossível agradar a Deus” Hb 11.6.
Se você ainda tem
tentado agradar e/ou alcançar o favor e/ou a comunhão com Deus por meio dos
seus atos de bondade, promessas, sacrifícios vazios, etc. saiba que Deus está
disponível, ou seja, ao alcance de todos aqueles que o procurarem através da fé
Nele, por meio de Jesus Cristo seu único filho. Volte-se agora mesmo para Ele
em fé.
Pr. Edilson Nunes
sábado, 9 de setembro de 2017
Somente Pela Graça
“Pois vocês são salvos pela graça". Efésios 2:8
A revelação da graça de Deus em Sua Palavra é muito clara, no entanto, no período da idade média, esse conceito foi totalmente deturpado pela igreja. O Deus da Bíblia foi transformado em mais um deus do panteão romano, ou seja, num deus insano que derrama sua ira na humanidade e só usa “sua
graça” quando esses humanos, oferecem à ele, algum sacrifício que lhe agrade. As histórias dos deuses romanos e gregos estão cheias desses exemplos. O “deus tal” trazia seca sobre a terra,
então era necessário um sacrifício, para que a chuva voltasse.
A mensagem cristã sempre esteve ligada a salvação do ser humano. A Bíblia ensina que essa salvação é por meio da graça de Deus, no entanto, a igreja romana, na idade média perverteu esse ensinamento dizendo que o homem para ser salvo deveria dar algo para o Senhor. Por muitos anos então a igreja “cobrava” para garantir a graça de Deus sobre os fiéis. O Papa tinha o poder de garantir a salvação por meio de uma indulgência, por exemplo, se um fiel comprasse um “pedaço da cruz Cristo”, ele teria o perdão de todos os seus pecados e com certeza iria para o céu quando morresse.
A Reforma Protestante veio para restaurar a teologia da graça de Deus. A graça de Deus está ligada a justificação do pecador, por meio do sacrifício de Cristo. Segundo as Escrituras todo homem é pecador e por isso Ele está destituído da glória de Deus (Rm.3.23), ou seja, o homem está destinado a ira de Deus.
Como o homem pode fazer para mudar essa situação, segundo o ensinamento das Escrituras? As Escrituras são claras ao ensinar que a morte de Jesus é quem nos livra da ira de Deus (Rm 5.9), sendo assim, a ira de Deus só pode ser “aplacada” pelo sacrifício de Cristo, portanto, não há nenhum outro sacrifício que possa livrar o homem dessa ira. Logo, é necessário que o homem receba essa graça de Deus e ela não pode ser comprada, ela foi oferecida para ser recebida pela fé.
Talvez você tente agradar a Deus com coisas, dinheiro, boas obras, atitudes etc, não se deixe enganar, Deus não está interessado em nada que você possa oferecer, a única coisa que ele desejou foi um sacrifício santo e puro, e o único que podia fazer isso, era o seu filho Jesus, ele o fez e trouxe a nós o
presente da salvação de graça, você só precisa receber e desfrutar da sua comunhão nesta vida e na outra para a Glória de Cristo Jesus. Deus abençoe.
Pr. Edilson Nunes
A revelação da graça de Deus em Sua Palavra é muito clara, no entanto, no período da idade média, esse conceito foi totalmente deturpado pela igreja. O Deus da Bíblia foi transformado em mais um deus do panteão romano, ou seja, num deus insano que derrama sua ira na humanidade e só usa “sua
graça” quando esses humanos, oferecem à ele, algum sacrifício que lhe agrade. As histórias dos deuses romanos e gregos estão cheias desses exemplos. O “deus tal” trazia seca sobre a terra,
então era necessário um sacrifício, para que a chuva voltasse.
A mensagem cristã sempre esteve ligada a salvação do ser humano. A Bíblia ensina que essa salvação é por meio da graça de Deus, no entanto, a igreja romana, na idade média perverteu esse ensinamento dizendo que o homem para ser salvo deveria dar algo para o Senhor. Por muitos anos então a igreja “cobrava” para garantir a graça de Deus sobre os fiéis. O Papa tinha o poder de garantir a salvação por meio de uma indulgência, por exemplo, se um fiel comprasse um “pedaço da cruz Cristo”, ele teria o perdão de todos os seus pecados e com certeza iria para o céu quando morresse.
A Reforma Protestante veio para restaurar a teologia da graça de Deus. A graça de Deus está ligada a justificação do pecador, por meio do sacrifício de Cristo. Segundo as Escrituras todo homem é pecador e por isso Ele está destituído da glória de Deus (Rm.3.23), ou seja, o homem está destinado a ira de Deus.
Como o homem pode fazer para mudar essa situação, segundo o ensinamento das Escrituras? As Escrituras são claras ao ensinar que a morte de Jesus é quem nos livra da ira de Deus (Rm 5.9), sendo assim, a ira de Deus só pode ser “aplacada” pelo sacrifício de Cristo, portanto, não há nenhum outro sacrifício que possa livrar o homem dessa ira. Logo, é necessário que o homem receba essa graça de Deus e ela não pode ser comprada, ela foi oferecida para ser recebida pela fé.
Talvez você tente agradar a Deus com coisas, dinheiro, boas obras, atitudes etc, não se deixe enganar, Deus não está interessado em nada que você possa oferecer, a única coisa que ele desejou foi um sacrifício santo e puro, e o único que podia fazer isso, era o seu filho Jesus, ele o fez e trouxe a nós o
presente da salvação de graça, você só precisa receber e desfrutar da sua comunhão nesta vida e na outra para a Glória de Cristo Jesus. Deus abençoe.
Pr. Edilson Nunes
domingo, 20 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
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