quinta-feira, 24 de setembro de 2015
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
O Dízimo para o Senhor
“Separem o dízimo de tudo o que a terra produzir anualmente... troquem o dízimo por prata, e levem a prata ao local que o Senhor, o seu Deus, tiver escolhido”. Deuteronômio 14: 22 e 25
É
interessante como os seres humanos são seletivos, escolhemos sempre as coisas
que mais nos agradam, e negligenciamos aquelas que nos trazem dificuldades. Infelizmente
essa prática ruim tem ocupado lugar em nosso coração quando nos relacionamos
com Deus. Somos seletivos na obediência à Sua Palavra. Gostamos das partes da
Palavra onde há “declaração de bênção para nós” e nos esquivamos daquelas que
nos convidam a um comprometimento com
Deus e o seu reino. Um dos assuntos que a maioria dos crentes modernos tem se
esquivado é com relação aos dízimos e ofertas.
Deus
“instituiu o dizimo” através do exemplo de Abraão que deu seu dízimo a
Melquisedeque (Hb 7.2) e, a partir dali,
parece ter se tornado algo comum para os judeus.
No
momento em que Israel está se tornando uma nação Deus requer o compromisso com
os dízimos e ofertas. Ele instrui o povo a levar uma vez por ano todo o seu
dizimo a presença do Senhor, portanto, anualmente todo judeu juntamente com sua
família deveria levar ao templo 10% de tudo aquilo que tivessem colhido durante
o ano. Caso o dizimo de tudo o que tivesse colhido, se fosse muito e eles
morassem longe do local onde deviam levar o dízimo, deviam trocar por prata, ou
seja, vender os itens e levar o dinheiro. Deviam também participar dos dízimos ao
chegar a casa de Deus, numa lição que o dízimo da família voltava em seu próprio
favor. Eles também não podiam esquecer dos levitas que não tinham herança sobre
a terra que Deus tinha dado a Israel, logo o dizimo de todo o povo era a manutenção
dessa tribo (Levi) que servia ao Senhor em todo o tempo no templo, ou nesse
momento no Tabernáculo.
Hoje
o dizimo tem a mesma função, ele é útil ao povo que serve a Deus na igreja em
que o dizimo é entregue, ou seja, os recursos são usados para a manutenção do
templo e suas atividades e também para o sustendo daqueles que servem ao Senhor
com seus ministérios, em nosso caso, o pastor da igreja local e os missionários
que sustentamos no campo. Traga seu dizimo, pois ele pertence ao Senhor.
Pr. Edilson Nunes
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Crente carnal, eu?
“Irmãos,
não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo...
porque ainda são carnais”. I Coríntios
3:1 e 3a
Você já
pensou que pode ser um crente carnal? É estranho pensarmos em crentes carnais, pois
muitas vezes faremos referência a nós mesmo como pessoas espirituais, no
entanto, alguns em Corinto se mantiveram ou se tornaram crentes carnais.
A pergunta é: “O que identifica se
eu sou Carnal ou Espiritual?”
O carnal é invejoso, e muitos de nós
declaramos que não somos invejosos, mas será que estamos sendo sinceros no
autoexame? Pois às vezes não invejamos o que as pessoas têm, mas muitas vezes
invejamos o que ela é. Invejamos porque ela prega melhor, canta melhor, ora
melhor e até mesmo porque ela se dá melhor no relacionamento com a (o) esposa
(o), o que muitas vezes nutre raiva em nosso coração por essa pessoa, pois
parece que ela é muito certinha e que vive em mundo de faz de contas. Olhe para
dentro do seu coração, será que você não está invejando alguém nesse momento da
sua vida?
O Carnal é “divisor”, ele compete,
acha que o dele sempre é melhor, aliás se acha melhor. Acredita fielmente que
ele é indispensável pra qualquer coisa, por isso, desfaz do que os outros
realizam. Põe uns contra os outros, por assim dizer ele também é fofoqueiro e
maledicente. O seu coração é perverso. Será que você não se tornou uma pessoa
assim? Será que você quando conversa com um irmão da sua igreja não fala mal de
outro (ou outros)? Verifique seu coração, pois a Palavra de Deus ensina que
Deus abomina aquele que semeia contenda entre os irmãos (Pv 6:16-19).
O crente Espiritual é diferente. Ele
reconhece o Senhor em seu caminho, ele compreende que as pessoas são
importantes, mas não dá exacerbado valor a nenhuma, pois é Deus quem efetua o que
é realmente essencial (I Co 3:5,6). Ele
compreende que não pertence mais a si mesmo, mas que agora ele é propriedade do
Senhor e por isso se tornou cooperador de Deus. Também reconhece que suas obras
têm que ser conforme a vontade de Deus, para que sejam aprovadas pelo Senhor
naquele dia (I Co 3:12,13).
Será que você tem sido assim como
esse crente? Pesquise seu coração e veja se tudo que você faz tem como objetivo
que você não seja visto e que o Senhor seja engrandecido. Era assim que agia o
profeta João Batista, fazendo Cristo ser engrandecido enquanto ele diminuía. Se
o seu coração é assim ore para que Deus o mantenha, se não é assim, ore para
que o Senhor o transforme.
Pr.
Edilson Nunes
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